maio 16, 2011

Frágil pequeno coração partido


Não preciso mais que as estrelas me iluminem a noite, nem de lanternas para me iluminarem o caminho porque já aprendi a caminhar no escuro, na noite e até de olhos fechados. O que tornou possível essa aprendizagem foi o coração maltratado – obrigou-me a utilizar os outros sentidos, a não depender do amor, a não olhar tanto para toda a gente e a não lhes dar tanta importância. Não será o céu estrelado que me fará voltar atrás, a minha decisão é final. Se mudares, a culpa não foi minha, porque sei que não fiz nada de mal, tenho a consciência tranquila, mas sei que, se isso acontecer, se nos afastarmos e se te perder, não vou sorrir da mesma forma. Se eu disser que tomo conta de ti, ficas comigo? Eu prometo que tomo.

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