abril 21, 2011

I'm alone (the hardest part is done)


Quando cheguei ao colégio lá estava ele, á minha espera, exibindo um grande e brilhante sorriso, cheio de vida. Hoje estava mais frio que o normal, o Outono aproximava-se, ele envergava um cachecol sedoso, uma camisola fina de gola alta e umas calças caqui. Aproximou-se de mim e deu-me a mão. O dia passou a correr, mais do que o normal, porque apesar de passarmos o tempo todo junto sabíamos, ambos, que depois nos iríamos separar quando suasse o ultimo toque da campainha. Tocou e ele levou-me a casa, despediu-se de mim com um grande beijo e um «Até amanhã, amo-te princesa». Os dias foram passando e tudo se repetia, uma rotina que era sempre um pouco diferente.
 Passado uma semana fiquei doente e estive sem ir á escola dois dias, ele fora-me visitar em ambos mas, ao terceiro dia, quando me senti melhor fui á escola, decidindo fazer-lhe uma surpresa fui mais cedo e, por volta da hora do toque apareceu-me ele mais outra rapariga: alta, loira, de olhos verdes e com um sorriso penetrante – ela era realmente bonita. Tentei não exagerar, não fazer nenhum drama, ele tinha direito a ter amigas. Ele olhou para mim, baixou a cabeça, para que eu não visse a vergonha estampada na sua face e aí percebi que algo estava errado. Olhei para ele e virei-me e fui embora, comecei a correr em direcção á entrada do edifício, não queria explicações – na verdade queria-as, mas agora não me apetecia ouvir a voz dele – e ele correu atrás de mim. Agarrou-me e trouxe-me para o pátio, começamos a discutir, ele pediu desculpa, disse que não tinha feito nada de mal, mas que ele tinha começado a falar realmente bem com ela, que eram apenas amigos.
Marrie: Tens vergonha dos teus amigos?
Pierre: Não. Porquê?
Marrie: Porque eu bem vi a tua cara a olhar para mim e a vergonha estava lá estampada.
Nessa altura preparei-me para me ir embora, e ele agarrou-me pelo braço, um «solta-me» teimava em sair pela minha garganta, mas detive-o com toda a força que tinha, porque queria ouvir o que ele ia dizer, mas ele não falou. Aproximou-a sua cara da minha e beijou-me lenta e apaixonadamente – como nunca o tinha feito – mas eu sabia, eu senti-a que por detrás de tudo isto havia algo mais, mas deixei-me levar.
Marrie
[inventado] 


20 comentários:

  1. eu sabia que conseguias! de nada, adorei :)

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  2. eu vou postá-la brevemente (:
    adorei o post *-*

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  3. Ainda bem que gostaste querida (:
    Quanto ao teu, está lindíssimo !

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  4. iojeghisufgs, estou tão ansiosa pelo resto :(

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  5. Olá! Obrigada! Ainda bem que gostaste! :D Esta é um bocadinho diferente das demais mas espero que gostes! :D Já li esta tua história e tenho a dizer-te que estou a gostar imenso! :D Beijinho!

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  6. oiw a parte do final está tao apaixonante +.+
    e é normal que tenha ciumes neah ><

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  7. de nadaaaa querida (:
    continua amor, está tão lindo *o* *.*

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  8. Está a ficar linda a história. Continuaa :)

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  9. tocou-me mesmo a foto :s
    Por favor, eu amei a musica também, quase chorei :\
    podes me dar ?

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  10. também ADOREI o teu ;) está perfeito , e a última parte está mm linda :) bj .

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  11. Fico à espera.. E não precisas de agradecer :)

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  12. nada de especial, mas obg :)
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